"Você!" Sebastião encarou Eliana.
"Eu?" Ela perguntou, confusa.
"Você é uma bruxa!" Sebastião rosnou para ela, incapaz de compreender suas palavras, pois não sabia o que estava acontecendo com ele e isso era a única coisa que conseguia articular.
Eliana olhou para o homem por alguns segundos, suprimindo a vontade de revirar os olhos.
"Bem, obrigada por falar o óbvio, Sr. Sebastião. Eu sou uma bruxa mesmo," Eliana olhou diretamente nos olhos dele, irritando-o ainda mais.
Sebastião viu o indício de zombaria nos olhos dela e, impulsionado pela provocação, agarrou sua garganta, lançando-a contra a parede próxima usando sua velocidade vampírica.
"Não tente ser esperta comigo. Diga-me que tipo de magia você está usando em mim. Tenho certeza de que é tudo por sua causa. Você me deixa tonto e faz com que eu ouça palavras estranhas que estranhamente estão na sua voz. Nada faz sentido. E a única razão que consigo pensar é você," Sebastião disse.