Terceiro Círculo, Cérbero (Parte 2)

Kaizen fitava o horizonte, onde os olhos vermelhos de Cérbero brilhavam como carvões incandescentes.

A neve dançava ao redor, soprada pelo vento feroz que parecia querer sussurrar segredos antigos e aterrorizantes. Ele inspirou profundamente, sentindo o ar gelado queimar em seus pulmões, e virou-se para o grupo.

"Precisamos seguir adiante de qualquer forma," ele disse, sua voz firme mas com uma nota de urgência. "Não há outro caminho para o próximo círculo."

Og'tharoz assentiu devagar, seu olhar sombrio fixo na distante criatura. "Cérbero é uma força formidável, uma criatura que não pode ser domada nem mesmo por demônios, mas acredito que podemos derrotá-lo."

Lírio Sangrento observava ao redor, avaliando o terreno e a situação. "Precisamos de um plano," ela disse. "Algo que nos permita superar sua força e ferocidade."

"Concordo," Kaizen respondeu. "Não podemos nos dar ao luxo de ser descuidados. Vamos pensar em algo enquanto caminhamos."