O motorista pegou o relógio e examinou sob a luz do sol, franzindo a testa. "Como vou saber se é verdadeiro ou falso?"
"Isso não pode ser falso! Compramos em uma boutique! Não fale bobagem se você não sabe de nada!" Sophia o encarou.
O motorista sorriu ironicamente, "Você nem pode pagar a tarifa do táxi, mas alega ter um relógio de trinta mil dólares? Qualquer um pode inventar histórias. Os golpistas hoje em dia estão ficando mais sofisticados. O que há de errado em eu questionar isso?"
"Não abuse da sorte! Já fizemos uma grande concessão!"
O motorista riu, "Se você põe dessa forma, realmente preciso chegar ao fundo disso hoje. Não quero este relógio. Devolva-o. Você deve me dar dinheiro hoje. Só aceito dinheiro. Sem ele, você não vai sair!"
"Você..." Os olhos de Sophia se avermelharam de raiva, "Você é só um canalha!"